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Boa mistura

#313

Boa mistura



Olá!

Selecionamos materiais que não saem do ritmo, e seguimos com ouvidos atentos, cabeça aberta e brilho no entorno. José Damico começa assim também, pisando devagar, miudinho, devagarinho, como o Paulinho da Viola, mas termina como a roda de capoeira: gira no sentido anti-horário e dá uma rasteira em quem pensa que toda mistura cultural é benéfica. 

Juremir Machado da Silva e Jandiro Koch também entram na folia. O primeiro questiona o que está acontecendo com a geração Z, que parece não gostar de carnaval. O segundo traz a história de Dyrson Cattani, estilista gaúcho autodidata, referência nas festividades carnavalescas realizadas no Rio Grande do Sul.

Distante de trios elétricos, Luís Augusto Fischer resgata uma entrevista de 2011 com Felix Silveira Rosa Neto, líder de um sequestro malsucedido em Porto Alegre em 1970, que buscava pressionar o regime militar brasileiro – Felix morreu no início desta semana.

Outro que se foi é o historiador inglês Laurence Hallewell, homenageado aqui por Ana Elisa Ribeiro

Depois de notar uma escultura recém-instalada na orla do Guaíba, Beatriz Marocco reflete sobre o trabalho dos imigrantes italianos que chegaram ao RS, e a ingratidão atual de seus ancestrais. 

Entre casa e marido é o título da crônica de Fernando Seffer, que estreia uma colaboração quinzenal chamada Meus tipos inesquecíveis. O material deste final de semana beira o humor, a partir da fala de duas senhoras divertidas. Já Helena Terra publica o terceiro capítulo de seu folhetim, em que a narradora descobre as dez palavras que não saem das mentes das detentas. 

O encerramento é com Carlos Gerbase, mostrando aonde o seu interesse por biologia evolucionista o levou, e Arnoldo Doberstein, que conta a trajetória de Barros Cassal. 

Boas celebrações e leituras!