Olá!!
Três séries de textos retornam às operações na primeira edição oficial da Parêntese deste ano. Cristiano Fretta vem com o oitavo capítulo do folhetim Diário da guerra do sono, Luís Augusto Fischer escreve sobre a peça Ópera do Malandro, de Chico Buarque, e Tiago Maria narra as memórias de sua avó, prestes a completar 100 anos.
Resenhas também retornam. Nelas Juremir Machado da Silva comenta o álbum recém-lançado por Nando Gross. Já Carlos André Moreira fala de uma “carreira de última hora”, quando tentou encerrar suas leituras de final de ano, antes da virada.
Um grande encontro é tema da crônica de Abrão Slavutzki, que recorda a aproximação, há trinta anos, entre Moacyr Scliar e Ferreira Gullar durante a ditadura militar argentina.
No terreno dos artigos, Matheus Cenachi investiga o que está acontecendo com o cinema de horror, enquanto Álvaro Magalhães questiona se um Orçamento Participativo federal é possível.
O último ensaio é de Alexandre Silva. Para ele, a felicidade é consequência.
Bom início de ano, dentre tantas leituras!
Confira todos os textos da edição #308
Diário da guerra do sono: Capítulo VIII – Um plano, por Cristiano Fretta
A Ópera do Malandro, por Luís Augusto Fischer
Centenária: Maria, vó minha – Capítulo 10, por Tiago Maria
Qual é, Nano Gross?, por Juremir Machado da Silva
A última carreira do ano, por Carlos André Moreira
O grande encontro, por Abrão Slavutzki
O que está acontecendo com o cinema de horror?, por Matheus Cenachi
Orçamento Participativo federal é possível?, por Álvaro Magalhães
A felicidade é consequência, por Alexandre Silva