O leitor da Parêntese talvez lembre do Rodrigo Breunig por uma série que ele publicou conosco em 2024 , baseada em sua dissertação de mestrado, um trabalho de grande originalidade que mapeou, na extensa obra contística de Machado de Assis (mais de 200 contos!), imagens e cenas de leitura, de leitores e leitoras lendo, de livros sendo lidos. Com longa vivência como jornalista, Rodrigo hoje em dia é mais tradutor do que qualquer outra coisa, e, como mostra o livro que aqui abordamos, um escritor criativo, ousado, que não tem medo de mergulhar em abismos profundos nem, para manter a imagem do título, de ingressar em labirintos literários.
O Rodrigo estará na Feira em dois momentos: no dia 6 de novembro, às 18h30, numa mesa pelos 20 anos da editora Arquipélago, com Tito Montenegro, o editor, Cláudia Tajes e Rodrigo Breunig.
E para dar seu autógrafo dia 7, sábado, 17h, na praça dos autógrafos.

Luís Augusto Fischer – Teu livro tem uma ousadia formal raríssima no Brasil. Foi fácil a concepção do conjunto? E convencer o editor também?