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Entre a tirania e a arte

Parêntese #310

Entre a tirania e a arte
Foto: Molly Riley / Casa Branca

Olá! Todos bem?

Enquanto o novo ano começa a ganhar fôlego, nossos colaboradores se debruçam sobre ansiedades e alívios atuais. Na última semana, Leonardo Beni Tkacz se adiantou e publicou na Matinal News as razões profundas que movem líderes globais opressores. Ainda que graves ações sejam perpetradas pelos governantes, o psicanalista tenta entender o que a formação de tiranias diz sobre nós.

Para Paulo Damin, as mesmas figuras alvo de análise de Tkacz poderiam ser chamadas, simplesmente, de jaguaras: o nome está presente no título de um breve conto do autor, que lembra uma tentativa de fuga recente, de alguém que saiu do Brasil, mas não passou do Paraguai.  

O jornalista Euclides Bitelo fala de Trump, um personagem que nem mesmo disfarça suas intenções – a pensata termina com uma pergunta de bilhões, cercada pela imprevisibilidade do presidente norte-americano. 

De olho no território nacional, Gustavo Melo faz das vaias ao governador Eduardo Leite, na recente visita de Lula ao estado, o mote para refinar ideais democráticos. Álvaro Magalhães se volta à Porto Alegre, destacando a importância da gestão quando o assunto são equipamentos culturais públicos. 

Da política à arte, trazemos nesta edição o último capítulo do folhetim Diário da guerra do sono, de Cristiano Fretta – no próximo final de semana, quem dá continuidade ao formato é Helena Terra. 

Juremir Machado da Silva comenta o trabalho do escritor amazonense Milton Hatoum, e Clarissa Brittes incorpora impressões após assistir Este Não É um Conto Sobre Bruxas, peça de Juçara Gaspar presente na programação do Porto Verão Alegre.

Quem fecha as cortinas é Carlos Gerbase. O segundo capítulo de sua série sobre autógrafos marcantes traz a história de um encontro com Luis Fernando Verissimo, e a dedicatória no livro Comédias da Vida Privada

Boas leituras!


Confira todos os textos da edição #310