O áudio do Flávio Bolsonaro pedindo um capilé para o Vorcaro me inspirou. Também luto para fazer filmes ao lado de uma turma talentosa de Porto Alegre que depende de editais e de financiamentos públicos para realizar seus trabalhos. A Lei Rouanet não entra nessa conta e recursos próprios costumam ser mais escassos que a credibilidade do senador pidão.
Já que a história do Dark Horse, Pangaré das Trevas em tradução livre, está contada, pensei em outras tramas que podem interessar aos mecenas de bom coração. Não seriam necessários os 134 milhões de reais prometidos pelo Vorcaro – com 10% disso seria possível fazer um belíssimo filme. Com 1%, vá lá. Ok, por cem milzinhos em parcelas a gente entrega uma obra impecável. Se houver a necessidade de um ator principal gringo, corre-se o risco de aumentar um pouco o budget, como se diz em português.
A seguir, algumas ideias que só precisam de um empreendedor visionário para ganhar as telas e provar que o Brasil, hoje, é o país do cinema.