A parceria entre a RBS e a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) para um evento exclusivo com os técnicos da dupla Gre-Nal abre um debate que não pode ser tratado como detalhe.
Se fosse apenas um evento da RBS, não haveria discussão. Empresa privada convida quem quiser, entrevista quem aceitar e distribui seu conteúdo como entender.
O problema é quando a Federação entra como parceira formal.
A FGF não é produtora de conteúdo. Ela organiza o campeonato e representa institucionalmente os clubes. Ao chancelar um encontro exclusivo com o técnico do Internacional e do Grêmio apenas para um grupo de mídia, cria um privilégio. E isto não combina com isonomia.