

Lavanderia do STF
Virou uma baderna. O Supremo Tribunal Federal deixou de ser a casa da sobriedade de toga para se transformar num grande boteco com uma maioria masculina e apenas uma mulher, todos de capinhas pretas de carnaval. Metidos numa guerra ideológica, com dois blocos, o bolsonarista e o lulista, os ministros passaram a enfrentar-se a golpes de ofícios, vazamentos seletivos e pedidos de investigação contra colegas. Como diriam os franceses, do jamais vu. O presidente da casa (da mãe Joana?) resolveu botar ordem no circo, tirou poderes dos chefes de cada bando e berrou.