
Na abertura da sessão da Assembleia Geral da OUN, Lula fez talvez o mais poderoso discurso da sua trajetória como estadista: começou destacando que a ONU vive sua maior crise, sem poder para evitar o pior flagelo existente, a guerra. Afirmou que a guerra não é a continuação da política por outros meios, mas o fracasso da política. Aplaudiu a ONU por um dia ter considerado o tráfico de escravizados africanos como o maior crime contra a humanidade.