O Mercosul e a União Europeia deram mais um passo, em 9 de janeiro de 2026, para selar um casamento arranjado baseado no poliamor e nas conveniências. Foi aprovado pelos 27 membros da UE o texto negociado em 2024.
Por esse contrato de matrimônio, Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, na condição de pais fundadores do acordo sul-americano, trocam alianças com os europeus para derrubar tarifas alfandegários sobre um mercado cantado em prosa e marketing por seus 700 milhões de consumidores.
Até a consumação total do casamento várias serão as etapas. Passou-se do pegar na mão para a promessa de dividir a mesma casa. Mas já começou com barraco. França, Polônia, Hungria, Irlanda e Áustria disseram não. A Bélgica ficou indecisa.