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Ouçam o Carlos, crianças

Ouçam o Carlos, crianças
Theo Tajes, à esquerda, entre demais premiados e organizadores do Festival Internacional da Fronteira. Foto: Isidoro B. Guggiana



Na semana passada estivemos na Mostra Regional do Festival Internacional da Fronteira, em Bagé, com o curta Roxo Lilás Violeta, uma mistura de documentário e ficção sobre a Casa Mirabal. Para quem não sabe, a Mirabal é um lugar de acolhimento para mulheres vítimas da violência doméstica e seus filhos. O trabalho nunca foi reconhecido, se mantém sem recursos oficiais e, pior, desde sempre enfrentou a sanha das prefeituras de direita de Porto Alegre para deixar de existir. 

Sempre quis usar a palavra sanha, nada como uma prefeitura de direita para nos dar certas oportunidades.

Fato é que Roxo Lilás Violeta saiu com o prêmio de Melhor Montagem do Festival da Fronteira. O Theo Tajes, diretor do curta, a Nana Sanches, coordenadora da Casa Mirabal, e eu, roteirista – que escrever é minha única serventia nessa vida –, passamos três dias incríveis em Bagé. Tenho certeza de que todos os demais premiados e concorrentes saíram com a mesma impressão.