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Sobre a “Carta ao povo gaúcho”

Coligação de esquerda lançou manifesto em 1º de maio

Sobre a “Carta ao povo gaúcho”
Imagem: Reprodução / PDT

Uma empreitada eleitoral de grande envergadura precisa criar acontecimentos, mostrar serviço, disseminar ideias e indicar que ninguém está de braços cruzados, mas de braços dados em movimento.

No 1º de maio, a frente ampla de esquerda, formada por PTD, PT, PSOL, PSB, PCdoB, PV e Rede, lançou uma “carta ao povo gaúcho”.

O texto foi calibrado para espelhar o ineditismo e a importância dessa aliança neste século 21 de polarizações e isolamentos.

Cada frase parece destacar um ponto sensível da formação, desde a primazia dada ao cidadão e aos seus interesses até os feitos dos aliados: “A história do Brasil passa pelo Rio Grande do Sul. Daqui, nasceram movimentos que defenderam e defendem esses valores, nos momentos mais críticos e decisivos da nossa trajetória democrática”.

A carta cita também marcas históricas dos protagonistas: “Um exemplo é o Movimento da Legalidade, liderado por Leonel Brizola. Também se destacam a construção e o fortalecimento de práticas de participação popular, como o Orçamento Participativo e a 1ª Conferência Mundial Antifacista, que seguiram projetando nosso estado como referência”.