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Vai, Brasa

De onde veio esse bordão bobo para estimular a seleção brasileira de futebol?

Vai, Brasa
Imagem: Reprodução/Nike; CBF

O Brasil ganhou da Croácia. Endrick jogou dez minutos e foi o melhor. Vini Jr. fez uma jogada digna da sua fama. Ninguém gritou “vai, Brasa”. De onde saiu esse bordão “vai, Brasa”?. Tem muita gente fazendo essa pergunta relevante e incontornável. É fácil encontrar a resposta. Basta perguntar ao Google. O que é, caro leitor, que o Google não sabe? Grande fofoqueiro. Aliás, quantas perguntas cada um faz por dia ao Google? A IA está acabando com casamentos e amizades por falta de perguntas. Só se fala com o Google.

O bordão “vai, Brasa”, de repente, virou polêmica. Em ano de Copa do Mundo, o Brasil seria chamado de Brasa. Quem inventou? Vem das ruas, das arquibancadas, das periferias, de quem gosta de futebol? Do coração do povo? Da alma da brasilidade? Do espírito popular? O “conceito”, inscrito na camiseta da seleção brasileira, foi criado pela designer Rachel Denti, que trabalha para a Nike e é muito moderna. Isso tem consequências.

A jovem saiu em defesa da sua ideia, que levou pau de torcedores. A coisa despertou uma ira nacionalista sem precedentes. De cantar o hino.

Para Rachel, Brasa moderniza, atualiza, faz jovem.