
Como tudo na “sociedade do espetáculo”, o assunto rapidamente saiu da pauta. A tragédia de uma pessoa não dura nas manchetes. É rápido. Uma menina de 21 anos morreu por negligência dos responsáveis por uma atividade radical: saltar de uma ponte de 40 metros de altura. Esqueceram de uma corda fundamental para a segurança da pessoa. Enquanto isso, o mundo vive o de sempre: miséria para muitos, riqueza excessiva para poucos, guerras no coração da Europa (Rússia bombardeando a Ucrânia) e no Oriente, onde Israel encurrala palestinos e os Estados Unidos tentam dobrar o Irã, enfrentando uma resistência capaz de enlouquecer o doido pomposo Donald Trump.