Confira todos os textos da edição #308
Diário da guerra do sono: Capítulo VIII – Um plano, por Cristiano Fretta
A Ópera do Malandro, por Luís Augusto Fischer
Centenária: Maria, vó minha – Capítulo 10, por Tiago Maria
Qual é, Nano Gross?, por Juremir Machado da Silva
A última carreira do ano, por Carlos André Moreira
O grande encontro, por Abrão Slavutzki
O que está acontecendo com o cinema de horror?, por Matheus Cenachi
Orçamento Participativo federal é possível?, por Álvaro Magalhães
A felicidade é consequência, por Alexandre Silva
Radialista, jornalista e músico, Nando Gross é nome conhecido no Rio Grande do Sul pela versatilidade com qualidade. Ele está com disco novo na praça, lançado ontem, 9 de janeiro. Sim, disco, pois Nando é do ramo. Em seguida, vem livro por aí. Em múltiplas plataformas, já é possível encontrar o álbum Qualé, com letras de sua autoria e a sonoridade de seu violão.
Antes de se consagrar como comentarista de futebol, com passagens marcantes pela Rádio Gaúcha, onde mostrou que é craque na análise dos jogos, e antes de se declarar colorado, apaixonado pelo Inter de Falcão e cia, Nando já estava por aí nas lides culturais, no teatro e na música. Tocou muito nos bares da vida e acompanhou gente boa nos palcos.
Nando é desses caras que largam a zona de conforto em busca de sonhos arriscados. É o único profissional da comunicação que eu conheço que largou duas vezes a RBS para apostar em outros projetos. Por exemplo, a gerência de programação da Guaíba, em 2014, de onde acabou excluído pelos bolsonaristas depois da ascensão do agora presidiário capitão ao poder.