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A medida das coisas humanas

Parêntese #311

A medida das coisas humanas
Imagem: MP-RS

Helena Terra assina o novo folhetim da Parêntese. Começa no próximo sábado (31) e, como os demais, se desdobra em dez capítulos. Neste caso o leitor vai frequentar um lado obscuro da vida da cidade – um presídio feminino.

A autora é conhecida pelos romances A condição indestrutível de ter sido (editora Dublinense, 2013), Bonequinha de lixo (editora Diadorim, 2021) e Os dias de sempre (editora Besouros Abstêmios, 2023). Sempre com personagens mulheres no centro, as histórias da Helena são organizadas segundo um mesmo vetor crítico: contra o patriarcado e a submissão das mulheres, em busca não apenas de entender o que se passou, mas também de desejar fortemente a superação desse jugo. 

No folhetim que começa em breve, entre as mulheres está a narradora, que se apresentará no primeiro capítulo, e mais ainda aquelas que frequentam uma oficina de leitura e produção de textos, no contexto muito especial de um cárcere.

Confira na entrevista abaixo os detalhes da trama.


Luís Augusto Fischer: Vem vindo uma narrativa nova por aí, uma história que, pelo que se poderá ver já no primeiro capítulo, toma como ponto de partida uma experiência tua de grande impacto, o trabalho com mulheres presidiárias. É isso?