A rigor não valeria a pena ler novos livros. Bastaria reler o que se leu na juventude. Reler clássicos. Dificilmente um clássico é superado por um novo autor. Sobre doença, morte, médicos e pacientes, A morte de Ivan Ilich, com suas 52 páginas e nenhuma frase enrolada, bota qualquer livro atual no chinelo.