Escola da floresta, renda da sociobiodiversidade, mulheres organizadas, juventude entre dois mundos.
Toda comunidade teme perder seus jovens, mas na Cazumbá essa perda tem uma consequência adicional. Quando um jovem sai da floresta, não sai apenas uma pessoa. Sai também um pedaço de memória produtiva, um futuro defensor do território. A casa pode continuar de pé, a castanheira pode continuar dando fruto, a estrada de seringa pode seguir aberta por mais um tempo. Mas se a geração seguinte não vê ali uma vida possível, a reserva começa a esvaziar por dentro antes de sumir do mapa.