
Já se falou de política como festa da democracia.
A campanha do primeiro turno no Brasil foi melancólica e assustadora.
Na televisão, predominou um modelo que lembra a Lei Falcão, do tempo da ditadura midiática-civil-militar de 1964: o retratinho, só que falante, do candidato e seu pedido de voto. Uma única gravação repetida até decorar. Nas redes sociais a baixaria correu solta e senhora de si.