Confira todos os textos da edição #304
- COP30, Belém do Pará e as mangas, por Tatiana Kuplich
- Visita ao museu das culturas mediterrâneas em Marselha, por Juremir Machado da Silva
- Serranos na várzea – Parte 2, por Geraldo Hasse
- Erico Verissimo, um contador de histórias, por Paulo Ricardo Stefaniak
- Centenária: Maria, vó minha - Capítulo 9, por Tiago Maria
- Diário da guerra do sono: Capítulo IIII – Um apartamento, por Cristiano Fretta
- Sem medo da luz, por Duda Fochzato
- Leiam A mulher de dois esqueletos, por Marcelo Martins Silva
- Cai o pano, por Théo Amon
Fazia muitos anos que não íamos à Marselha, a segunda cidade mais importante da França, situada a uma hora e meia de trem de Montpellier, e considerada a mais antiga do país, com 2.600 anos de existência. Fomos por uma boa causa: visitar o badalado MUCEM, o Museu das Civilizações da Europa e do Mediterrâneo, inaugurado em 2013.
O mediterrâneo engloba 24 países e 46 mil quilômetros de litoral. É um mundo. Mais do que isso, uma constelação de culturas, desde a Grécia, berço da filosofia, até Israel e Palestina, passando pela Egito e por países europeus.
Vimos quatro exposições: culturas populares, tesouros do MUCEM; Mediterrâneas: invenções e representações; Dom Quixote, história de louco, história para rir; Ler o céu, sob as estrelas do Mediterrâneo.
