Como nenhum brasileiro é de ferro, vamos tirar o pé das coisas sérias durante a Copa do Mundo dos Estados Unidos, do Canadá e do México. Entraremos em modo futebol. O tempo de duração desse transe dependerá do desempenho da equipe brasileira. Poderá durar até a final da competição.
Depois disso, modo eleição total. Ainda temos ajustes políticos para fazer. A candidatura de Flávio Bolsonaro vai se manter? Romeu Zema e Ronaldo Caiado vão se juntar? O cacique Gilberto Kassab, dono do PSD, vai ser vice de alguém? A direita vai se unir para tentar não perder?
O período eleitoral promete muita tensão. O Brasil está tão dividido que se colocar um poste de cada lado, com um adesivo dos partidos representados, as pesquisas darão 50,5% a 49,5%. Só as denúncias de corrupção podem enfraquecer algum dos lados. Ainda assim, os eleitores ideológicos não se impressionam com as revelações sobre seus ídolos.