Olá!
Chegou ao fim a COP30, evento que tenta adiar o fim do mundo como o conhecemos. Tatiana Kuplich, tecnologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), esteve em Belém do Pará e conta o que mais chamou sua atenção durante a conferência.
Juremir Machado da Silva também saiu por aí, e traz histórias do Museu das Civilizações da Europa e do Mediterrâneo, em Marselha, na França. Já Geraldo Hasse foca nos detalhes do passado rio-grandense, na sequência do ensaio em cinco capítulos sobre os “serranos”, trabalhadores que foram à região do médio Jacuí para o período de colheita.
Os causos da avó prestes a completar cem anos são tema do texto de Tiago Maria, na seção Memória, e Paulo Ricardo Stefaniak escreve sobre Erico Verissimo, um dos maiores contadores de histórias.
Cristiano Fretta publica o quarto capítulo do folhetim Diário da guerra do sono, e também apresentamos uma seleção de poemas de Duda Fochzato.
Duas resenhas encerram a edição: Marcelo Martins Silva recomenda A mulher de dois esqueletos, obra de Julia Dantas semifinalista do prêmio Oceanos, vencedora do Prêmio Minuano na categoria Narrativa Longa e eleita como Livro do Ano; Théo Amon descreve o que há de melhor em palestras proferidas pelo crítico e teórico da literatura Franco Moretti.
Bom final de semana, e boas leituras!
Confira todos os textos da edição #304
- COP30, Belém do Pará e as mangas, por Tatiana Kuplich
- Visita ao museu das culturas mediterrâneas em Marselha, por Juremir Machado da Silva
- Serranos na várzea – Parte 2, por Geraldo Hasse
- Erico Verissimo, um contador de histórias, por Paulo Ricardo Stefaniak
- Centenária: Maria, vó minha - Capítulo 9, por Tiago Maria
- Diário da guerra do sono: Capítulo IIII – Um apartamento, por Cristiano Fretta
- Sem medo da luz, por Duda Fochzato
- Leiam A mulher de dois esqueletos, por Marcelo Martins Silva
- Cai o pano, por Théo Amon