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Águas vestidas de maio: uma elegia das catástrofes

as águas de março claras sem neve e açúcar só mel e leite em desmandos amplos, gerais e irrestritos de aniversários e projetos de vida e as gentes ilhadas à parte da água juntando vidas arrastadas devastadas adiadas corriam o rio olhando a corrente corroer legados verdes de lei e encostas e todas as