Apolinário Porto Alegre, Pilungo e a enchente de 1848
Quando “o rio como um rei subiu, reclamando terras, cobriu, de água e frio, e a cidade viu, tudo se afogando, carros atolando, gente sem saída, sem casa, comida, esperando ele voltar de onde saiu”, como na canção de Cláudio Levitan sobre a enchente de 1941; nos dias em que o Guaíba tornou-se o prota
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Redação Matinal