Confira todos os textos da edição #340
- Fotografias no lixo, por Augusto Bier
- Oriundo da “Argentina Marrón”, Milo J é um astro e um grande cancionista, por Álvaro Magalhães
- Conforto sem destruição, por Alfredo Fedrizzi
- Lendo culturas e produzindo textos: cem anos de Clifford Geertz, por Ondina Fachel Leal
- Como se aprovou o parlamentarismo, por Juremir Machado da Silva
- A Odisseia no dia de outra odisseia, por Beto Rodrigues
- Benhur Bortolotto lança nova editora, entrevista por Luís Augusto Fischer
- Sussuarana – Capítulo X, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 15 – Parte III, por Gonçalo Ferraz
Por ocasião do lançamento do primeiro volume da editora que leva o seu sobrenome, Benhur Bortolotto conversou com Luís Augusto Fischer sobre a nova empreitada. Confira a entrevista.
Luís Augusto Fischer – Começar uma nova editora, com um trabalho tão caprichado como este – capa dura, dois marcadores internos em fita, primoroso cuidado editorial nas notas e referências, índice de nomes –, é plano antigo teu?
Benhur Bortolotto – Sim. É um plano bastante antigo. São mais de dez anos amadurecendo a ideia. Eu tive oportunidades excepcionais, nos últimos anos, de trabalhar com gestão na área da cultura. E têm sido experiências muito gratificantes, embora sempre desafiadoras. Mas nada me entusiasma mais do que fazer um livro.