Prata da casa: Sinval Medina e a artesania da palavra
“Ainda menino, quando comecei a escrever, tudo o que desejava era contar histórias”. Sinval Medina, “Colcha de retalhos (inventário de incertezas)”, 2019. O ano era 1984, provavelmente, e o meu professor da disciplina de Português I e II na Faculdade de Jornalismo da PUCRS, o irmão marista Mainar
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Redação Matinal