Pular para o conteúdo

PUBLICIDADE

A congada gaúcha entre a Portela e a Gaviões da Vila Nova

Após participar do desfile deste ano da escola de samba mais antiga do carnaval carioca, o movimento cultural negro do litoral norte será tema de enredo porto-alegrense em 2027

A congada gaúcha entre a Portela e a Gaviões da Vila Nova
Com vestes bordô, o casal de Reis João Batista Rodrigues e Ginga Francisca Dias (acima) participa do desfile da Portela, junto com demais sambistas e homenageados. Foto: Arquivo do grupo Maçambique de Osório.

A Portela encerrou a participação no carnaval deste ano na décima posição, mas a mensagem de seu enredo, que homenageou a cultura afro-gaúcha, seguirá reverberando país afora. Além do destaque extra dado aos Lanceiros Negros, Oliveira Silveira, Djalma do Alegrete, Onira Pereira (maior porta-estandarte da história do carnaval porto-alegrense), entre outros persoangens, a escola de samba carioca cruzou a Sapucaí revelando a importância do grupo Maçambique de Osório. 

Variação gaúcha da congada, de tradição secular entre membros do quilombo do Morro Alto, no litoral norte, o movimento é considerado Patrimônio Imaterial, tanto do Rio Grande do Sul, quanto do Brasil. 

João Batista Rodrigues e Ginga Francisca Dias, rei e rainha do Maçambique convidados pela Portela para o enredo em 2026, retornarão à avenida em 2027, desta vez em Porto Alegre, sob homenagem da Gaviões da Vila Nova, grupo da zona sul da capital. 

Saiba mais na conversa com Iosvaldyr Bittencourt Junior, antropólogo e presidente da Associação Religiosa e Cultural Maçambique de Osório: