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Governo alega questões burocráticas para encerrar concessão do Cais Mauá; consórcio reclama de falta de diálogo

Em meio a imbróglios com o contrato do Cais Embarcadero, processo volta à estaca zero. Professor volta a defender alternativa de ocupação cultural

Governo alega questões burocráticas para encerrar concessão do Cais Mauá; consórcio reclama de falta de diálogo

O governo do estado oficializou nesta terça-feira a revogação do edital de concessão do Cais Mauá. Desta forma, o projeto que previa 30 anos de parceria público-privada para o espaço voltou à estaca zero, enquanto o local permanece com os portões fechados. Vencedor da licitação, cujo leilão ocorreu em 2024, o consórcio Pulsa RS ainda tenta reverter a medida, por meio de um processo administrativo, protocolado na véspera. 

De acordo com o representante do consórcio, Sérgio Stein, há pressa por parte do Piratini em encerrar o edital. “Sequer olharam nosso recurso ou nos deram espaço para o contraditório”, afirmou ele, em conversa com a Matinal nesta terça. “Temos todas as condições de assinar.” Em março, o grupo havia pedido adiamento da assinatura do contrato, mas a resposta do governo não chegou. Na semana passada, a Secretaria da Reconstrução Gaúcha anunciou que revogaria o edital.