Confira todos os textos da edição #341
- O trampolim de Renan é olímpico, por Renan Santos com texto de Vitor Necchi
- O tempo, a matéria, a arte, por Heloisa Crocco com texto de Francisco Marshall
- Partiu o grande Ruben Rada, por Álvaro Magalhães
- O rock gaúcho – Parte XVII, por Arthur de Faria
- Do bloco de notas do celular, por Juremir Machado da Silva
- A dama da Duque – Capítulo I, por José Roberto Iglesias
- Da física para o folhetim, Luís Augusto Fischer entrevista José Roberto Iglesias
- Maria Helena Weber: “Vivo uma esquizofrenia narrativa”, entrevista por Marcia Benetti
- Entre marés, de Maria Helena Weber, por Lenora Corrêa
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 16 – Parte I, por Gonçalo Ferraz
O encontro
Recebi um telegrama sem assinatura. Eles adoram enigmas. O telegrama dizia que a investigação tinha que continuar em uma cidade que eu não conhecia: Porto Alegre. Receber um telegrama em casa me surpreendeu, geralmente as ordens vinham em memorandos internos, e além disso as atividades da agência raramente se desenvolviam em outros países, mesmo fronteiriços. Continuando os imprevistos, eu nunca tinha estado no Brasil e só tinha a vaga noção de que essa cidade ficava relativamente perto da fronteira com o Uruguai. Por que atribuir-me uma missão num território que não me era familiar?