Confira todos os textos da edição #336
- José Paulo Paes, tradutor e editor, por Sérgio Karam
- Curitiba revisitada, por Marcelo Sandmann
- Ode à minha perna esquerda, por Arthur de Faria
- A Argentina não é o Brasil, por Marcelo Carneiro da Cunha
- Es un sentimiento, por Julieta Jesusalinsky
- MPB: música parodiada brasileira – Parte III, por Breno Serafini
- O que é a escrita em um mundo com IA?, por Iami Gerbase
- Imagens de Paris e mais, por Juremir Machado da Silva
- Gilmar, o leitor, por Manoel Madeira
- Sussuarana – Parte VI, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 14 – Parte II, por Gonçalo Ferraz
Nascido em 1926 no interior do estado de São Paulo, José Paulo Paes se tornou conhecido nacionalmente como tradutor, poeta, ensaísta e editor ao longo de quase cinquenta anos de atividade ininterrupta. Em Curitiba para completar sua formação em Química Industrial, em meados da década de 1940, colaborou com a revista Joaquim, dirigida por Dalton Trevisan, com quem manteve contato até morrer, em 1998. Nos anos 1950, instalado em São Paulo, capital, trabalhou inicialmente como químico numa empresa farmacêutica e depois como editor da Cultrix, editora da qual se desligou somente em 1983, quando passou a se dedicar exclusivamente a escrever e traduzir.