Confira todos os textos da edição #324
- Milton Santos, geógrafo, filósofo, intelectual, negro, centenário, inspirador, por Adriana Dorfman
- Espaços de resistências: como a força coletiva impõem novas estratégias para o debate do espaço do cidadão de Milton Santos, por Claudia Pires
- Um curral chamado senado, por Juremir Machado da Silva
- Diversidade cultural e política de cotas – Parte I, por Álvaro Magalhães
- O rock gaúcho – Parte VI – Ainda os dos 1960: Mutuca, Chaminé, por Arthur de Faria
- A Bienal de Veneza de Koyo Kouoh: como traduzir In Minor Keys?, por Samantha Buglione
- O que vem depois do 13? O 17!, por Fernando Seffner
- Crônicas animais – O causo do colhudo que “morreu de brabo”, por Marília Kosby
- Hifanações a partir de Patrícia Portela, por Raphaela Flores
- Entre o mundo e eu – Capítulo IV, por Marlon Pires Ramos
- Eduardo Devens: “Mas é um homem de cuecas?”, por Jandiro Koch
A comunidade está em festa, em movimento. Nosso maior autor, o geógrafo brasileiro mais citado, mais reconhecido, faria 100 anos em 3 de maio de 2026. O centenário de Milton Santos está sendo comemorado em seminários e publicações em muitos centros de pesquisa, livros e revistas, inclusive na UFRGS (veja a programação abaixo) e nesta série de textos que a Parêntese publica no mês de maio.
Qual o poder dessa figura para nós, por que ela nos convoca? Milton Santos publicou mais de 40 livros, propôs conceitos, participou de rupturas teóricas ligadas à Geografia Crítica e muito mais. Foi exilado em 1964 e morou, pesquisou e ensinou em vários países da Europa, África e América. Voltou ao Brasil em 1977, para universidades do centro do país, onde trabalhou até falecer em 2001.