Confira todos os textos da edição #342
- O Sul no presente-futuro, por Clarissa Ferreira
- Canção de Palomas, por Juremir Machado da Silva
- Tordilha não vai a lugar algum. Ou: o que têm a dizer os inauditos, por Marília Kosby
- Música e racismo: dois momentos na história da Banda Municipal, por Álvaro Santi
- O rock gaúcho – Parte XVIII, por Arthur de Faria
- Heloisa Pires Lima, uma patrona griote, por Ana Paula Cecato de Oliveira e Larisse da Silva Moraes
- A dama da Duque – Capítulo II, por José Roberto Iglesias
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 16 – Parte II, por Gonçalo Ferraz
- Alan Alves Brito: “Sou um caçador de estrelas, que carrega uma flecha única”, por Luís Augusto Fischer
Através de dois artigos publicados anteriormente por aqui, o leitor ficou sabendo que há cem anos estreou em Porto Alegre uma nova Banda Municipal, com o propósito de educar a população porto-alegrense por meio de concertos ao ar livre com o melhor da música europeia e de mostrar para os visitantes o alto grau de civilização da cidade. Para formá-la, o intendente Otávio Rocha decidiu custear a imigração da maioria de seus cinquenta e tantos músicos, além do maestro José Leonardi, todos italianos.