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Sopram novos e bons tempos para a arbitragem brasileira

Parêntese #312

Sopram novos e bons tempos para a arbitragem brasileira
Imagem: Freepik

No último dia vinte e sete de janeiro o GT (grupo de trabalho) da CBF, liderado por Netto Góes, anunciou a tão esperada profissionalização da arbitragem brasileira. Uma reivindicação que remonta ao tempo em que eu mesmo arbitrava se concretizou finalmente.  A Inglaterra foi pioneira na Première Legue, nesse quesito, em 2001. 

O Congresso Nacional já havia aprovado a lei 12.867.2013, que reconhece e regulamenta especificamente a profissão de árbitro de futebol; mais recentemente, a lei 14.597.2023 ampliou a regulamentação - agora, só falta a CBF apitar mais forte. Há muito tem sido inconcebível o fato de o futebol movimentar bilhões e o único amador em todo esse vasto campo ser o árbitro.