Confira todos os textos da edição #312
- Os Homens e as Coisas, por José Mário Neves
- Estranhando Paris, por Luís Augusto Fischer
- Histórias de Autógrafos: Wim Wenders em duas fotos de seus filmes, por Carlos Gerbase
- Djalma do Alegrete: “O último abacaxi que lancei na sociedade de consumo internacional” – Parte II, por Jandiro Koch
- De Recibo de Pagamento Autônomo para Contrato por Temporada, por Márcio Chagas e Thiana Orth
- Lei Rouanet, dados e polarizações, por Álvaro Magalhães
- A medida das coisas humanas – Capítulo II, por Helena Terra
- A honestidade de desistir, por Carlos André Moreira
- Romance de Sandro Veronesi reinventa o tema do primeiro beijo, por Juremir Machado da Silva
No último dia vinte e sete de janeiro o GT (grupo de trabalho) da CBF, liderado por Netto Góes, anunciou a tão esperada profissionalização da arbitragem brasileira. Uma reivindicação que remonta ao tempo em que eu mesmo arbitrava se concretizou finalmente. A Inglaterra foi pioneira na Première Legue, nesse quesito, em 2001.
O Congresso Nacional já havia aprovado a lei 12.867.2013, que reconhece e regulamenta especificamente a profissão de árbitro de futebol; mais recentemente, a lei 14.597.2023 ampliou a regulamentação - agora, só falta a CBF apitar mais forte. Há muito tem sido inconcebível o fato de o futebol movimentar bilhões e o único amador em todo esse vasto campo ser o árbitro.