Confira todos os textos da edição #348
- Tipografia: um caminho de acesso aos espaços letrados para intelectuais negros, por Alex de Cassio da Silva
- Lula nunca manifestou nenhum tipo de apoio ao Hamas, por Marianna Senderowicz
- Eleição, anacoluto e democracia, por Juremir Machado da Silva
- O rock gaúcho – Parte XIX, por Arthur de Faria
- O tempo da mãe é outro, por Kétina Timboni
- Nas exéquias de Ivone Pacheco, o jazz expressou respeito e lamento, por Vitor Necchi
- Shakespeare obsceno?, Luís Augusto Fischer entrevista Élvio Funck
- A dama da Duque – Capítulo VIII, por José Roberto Iglesias
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 18 – Parte II, por Gonçalo Ferraz
A redação funcionava no pavimento térreo, um porão habitável, como diziam os antigo construtores, da própria residência de Otaviano, no Largo da Matriz. Uma sala de boas dimensões, com três escrivaninhas, dois armários e um renque de cadeiras para os visitantes. Outra peça, que se seguia, reservada ao arquivo e à expedição. No aposento dos fundos, abrindo para a área, a oficina de composição. Só a impressão se fazia fora, na tipografia Gundlach, à rua da Alegria [hoje, rua General Vitorino], para onde eram transportadas, em tabuleiros na cabeça de carregadores, as folhas já paginadas nas respectivas ramas.