Confira todos os textos da edição #324
- Milton Santos, geógrafo, filósofo, intelectual, negro, centenário, inspirador, por Adriana Dorfman
- Espaços de resistências: como a força coletiva impõem novas estratégias para o debate do espaço do cidadão de Milton Santos, por Claudia Pires
- Um curral chamado senado, por Juremir Machado da Silva
- Diversidade cultural e política de cotas – Parte I, por Álvaro Magalhães
- O rock gaúcho – Parte VI – Ainda os dos 1960: Mutuca, Chaminé, por Arthur de Faria
- A Bienal de Veneza de Koyo Kouoh: como traduzir In Minor Keys?, por Samantha Buglione
- O que vem depois do 13? O 17!, por Fernando Seffner
- Crônicas animais – O causo do colhudo que “morreu de brabo”, por Marília Kosby
- Hifanações a partir de Patrícia Portela, por Raphaela Flores
- Entre o mundo e eu – Capítulo IV, por Marlon Pires Ramos
- Eduardo Devens: “Mas é um homem de cuecas?”, por Jandiro Koch
Há coisas que começam erradas e terminam erradas só para conservar a lógica ou quem sabe por uma tentativa metafísica de ensinar algo aos protagonistas.
Lula resolveu bancar a candidatura de Jorge Messias para o STF.
Mesmo que seja um bom jurista e pudesse ser um bom ministro, a principal qualidade de Messias é ser fiel a Lula.
Virou hábito. Michel Temer indicou Alexandre de Moraes, seu ministro da Justiça. Jair Bolsonaro foi de Kássio Marques, bolsonarista de carteirinha, e André Mendonça, seu braço direito jurídico. Lula entronizou o seu advogado pessoal, Cristiano Zanin.
Cada presidente indica um militante do seu campo. Às vezes, a indicação sai pela culatra. Temer deve lamentar a escolha de Moraes.
Por articulação do presidente do senado, coronel Davi Alcolumbre, a candidatura de Messias foi espantosamente rejeitada.