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Pensar o mundo e os lugares

Edição #324

Pensar o mundo e os lugares
Imagem: Joshua Rawson-Harris

Na rua, na chuva, na fazenda ou depois de feriados, aqui estamos. Hoje, principalmente para celebrar o centenário do geógrafo, filósofo e intelectual Milton Santos. “A comunidade está em festa, em movimento”, segundo Adriana Dorfman, que convida para uma programação na UFRGS sobre o pensador. Os eventos ocorrem entre 4 de maio e 1 de junho na instituição, sempre das 19h às 20h45.

Também atuante no campo da geografia, Cláudia Pires provoca reflexões a partir do livro O espaço do cidadão, de Santos. No texto, ela debate o poder da força coletiva para pensar resistências. 

Menos sobre lugares e mais sobre poderes, Juremir Machado da Silva fala de um curral chamado Senado – o mote é a rejeição de Jorge Messias ao STF. Álvaro Magalhães lembra de quando fez parte da equipe que ajudou a criar e a promover a diversidade de expressões culturais no Brasil, como um dos objetivos das políticas públicas na área da cultura. 

Da política às artes, Arthur de Faria conta a história do rock feito no Rio Grande do Sul em 1960, e a resenha de hoje é assinada por Raphaela Flores, sobre a obra Hífen, de Patrícia Portela. Samantha Buglione escreve sobre a próxima Bienal de Artes Visuais de Veneza, que será inaugurada em 9 de maio, e as possíveis interpretações para o título da mostra, cuja curadora faleceu em meio à produção do evento. A série a respeito dos tipos inesquecíveis, de Fernando Seffner, entra na sala de aula. Já o folhetim Entre o mundo e eu, de Marlon Pires Ramos, chega ao quarto capítulo.

Quem encerra a edição é Marília Kosby, com uma nova crônica animal, lá da fronteira, e Jandiro Koch, que entrevistou o artista visual Eduardo Devens – recentemente, sua obra esteve exposta no Paço Municipal, em Porto Alegre.

Seja onde estiver, boas leituras!