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Entre o mundo e eu

Edição #321

Entre o mundo e eu

Começamos por uma estreia: seguindo fielmente a premissa de nossos folhetins – histórias que, de alguma forma, precisam dialogar com Porto Alegre – Marlon Pires Ramos apresenta o primeiro dos dez capítulos de Entre o Mundo e Eu, que vai nos acompanhar pelas próximas edições. Durante a semana, a newsletter diária da Matinal publicou uma entrevista com o autor, buscando entender o contexto de criação. Segundo Ramos, a ficção narra a cidade pelo ponto de vista dos desafios de um jovem negro. 

A capital também ganha destaque no texto de Arnoldo Doberstein, que fala do Monumento à Árvore, inaugurado no município em 1911. Já Fernando Seffner encontra um tipo inesquecível entre a população: as senhoras, com seus comentários pontiagudos. 

De olho no que acontece na esfera cultural, Juremir Machado da Silva foi ao espetáculo Medea, de Gabriel Villela, no Teatro Simões Lopes Neto, e reflete sobre o que viu (aliás, ainda dá tempo de assistir o final da curta temporada da montagem, hoje à noite).

Carlos André Moreira se dedica a analisar suas leituras recentes, Jandiro Koch conta como surgiu a ideia de escrever um livro sobre uma comunidade em área de risco no Vale do Taquari, e Arthur de Faria traz o terceiro capítulo da série em que revela a história do rock gaúcho. 

Escritor e jornalista que completaria 100 anos em 2026, Carlos Alberto Cony ganha novo texto a seu respeito, escritor pelo colaborador Homero Vizeu Araújo.

De Portugal, Alfredo Fedrizzi compartilha conversa com Fernando Galrito, criador de um dos maiores festivais de cinema de animação da Europa.

O último material é de Gonçalo Ferraz, que chega com novo trecho em áudio e em texto do Cordel do Corte Raso.

Bom final de semana, e boas leituras!