Baseado na autobiografia do advogado francês Roland Perez, que nasceu com uma deficiência que o impedia de andar, Era uma Vez Minha Mãe (2025) é uma homenagem sentimental e nostálgica. O filme que estreia às vésperas do Dia das Mães narra a história de amor materno incondicional e empenho de uma mulher que fez de tudo para garantir que o filho tivesse um futuro brilhante mesmo diante das adversidades.
Escrita e dirigida pelo canadense Ken Scott, a comédia dramática atravessa décadas na vida de mãe e filho, acompanhando conquistas e dificuldades de Roland. Era uma Vez Minha Mãe começa com o nascimento em 1963 do protagonista, que não consegue andar por conta de um defeito no pé.

Desafiando essa limitação física e confrontando a opinião de todos, a mãe Esther (Leïla Bekhti) promete uma vida normal e maravilhosa – e passa a vida inteira tentando cumprir essa promessa. Ao longo dessa trajetória, Roland realiza seus sonhos com o apoio da mãe e tendo a cantora e atriz Sylvie Vartan como presença constante em sua vida, a quem venera desde a infância escutando os discos e vendo os filmes da estrela francesa.
Interpretando uma mãe judia de catálogo, a francesa de origem argelina Leïla Bekhti brilha como Esther – papel que lhe rendeu uma indicação ao prêmio César de melhor atriz. Já Roland é interpretado por vários atores, que o representam nas diferentes fases de sua vida – com destaque para Jonathan Cohen, de Bastardos Inglórios (2009) e Daaaaaali! (2023), que vive o personagem em sua idade adulta.

O elenco de Era uma Vez Minha Mãe ainda inclui a grande atriz Jeanne Balibar e o jovem Milo Machado-Graner, de Anatomia de uma Queda (2023). Artista extremamente popular na França nos anos 1960 e 1970 ao lado do astro do pop rock Johnny Hallyday, com quem foi casada, Sylvie Vartan aparece no filme interpretando a si própria.

Era uma Vez Minha Mãe: * * *
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