Nesta edição, um ensaio fotográfico um tanto quanto inusitado: em frente a um prédio na Duque de Caxias, Augusto Bier encontrou um antigo álbum de fotografias que estava sendo descartado. Ao levar para casa e analisar, se deparou com um tesouro de memórias, que agora compartilha conosco.
Álvaro Magalhães escreve sobre Milo J, jovem músico argentino que tem chamado a atenção pelas suas letras e estilo musical. O cantor também é representante da “Argentina Marrón”, movimento que questiona o mito da Argentina branca e europeia.
Já no campo da sétima arte, Beto Rodrigues resenha Odisseia, de Christopher Nolan, a partir da relação entre a adaptação cinematográfica e o poema épico. Ao percorrer as escolhas do diretor, o autor também reflete sobre as contradições de Odisseu e os dilemas humanos que atravessam a obra há mais de 2.700 anos.
Em homenagem ao centenário de Clifford Geertz, Ondina Fachel Leal revisita a obra deste que foi um dos mais influentes antropólogos do século XX e sua concepção da cultura como um sistema de símbolos e significados.
Luís Augusto Fischer entrevista Benhur Bortolotto, que lançou nesta semana uma nova editora, batizada com seu sobrenome. O primeiro lançamento da editora, Jogo e Teoria do Duende, do espanhol Federico García Lorca, já está disponível.
No terceiro e último texto de Alfredo Fedrizzi sobre a Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, o autor discorre sobre futuros possíveis para a reserva e questiona “se o Brasil está disposto a preservar os moradores que preservam a floresta”.
Falando em finais de ciclos, em Sussuarana, de Alice Elnecave Xavier, chegamos ao ano de 2025 e a conclusão desta história. Para quem aguardava o desfecho para ler o folhetim numa sentada só, os 10 capítulos estão disponíveis aqui.
Para encerrar, Gonçalo Ferraz traz a terceira parte do 15° capítulo do Cordel do Corte Raso, que chega com surpresas. E Juremir Machado da Silva compartilha trechos do livro Leonel Brizola e as vozes da Legalidade (Sulina).
Boas leituras!