Confira todos os textos da edição #338
- Bagre Fagundes, “Gauchesco e brasileiro”, por Adão Villaverde
- Valdete Souto Severo: “É preciso e é possível construir outros modos de conviver”, entrevista por Luís Augusto Fischer
- Todas as minhas mortes, de Júlio Conte, por Guto Leite
- Parar e refletir, por Maria Rosa Fontebasso
- A floresta tem endereço e habitantes, por Alfredo Fedrizzi
- Centenária, por Tiago Maria
- Órbitas dos afetos, por José Mário Neves
- Por que todo entregador do Ifood deve ser pós-modernista?, por Luan Santana Ribeiro
- Grande Sertão é ou não um romance sobre um amor gay? Parte 1, por Juremir Machado da Silva
- Sussuarana – Capítulo VIII, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 15 – Parte I, por Gonçalo Ferraz
Recordo uma cena de quando minha filha tinha 2 ou 3 anos, em um final de semana em que visitávamos meus pais. Durante o jantar, inspirado por alguma adversidade de que nem lembro mais — talvez uma noite mal dormida ou a preocupação com uma febre alta —, exclamei, em um tom misto de gracejo e seriedade: “Filhos sempre serão ingratos! Nunca terão ideia do quanto nos doamos por eles, do quanto da nossa própria vida empenhamos para que a deles floresça”.