Confira todos os textos da edição #350
- Palestina Revelada, por Hanan Kattan
- Naming rights às avessas, por Miguel da Costa Franco
- O tempo e o retorno, por Zara Gerhardt
- Crimes que assombram o mundo, por Juremir Machado da Silva
- O rock gaúcho – Parte XX, por Arthur de Faria
- Ensaios sobre o invisível: uma análise da cosmologia como espelho da sociedade, por Horácio Dottori
- Um poeta que explica tudo, Luís Augusto Fischer entrevista Suriel Moisés Ribeiro
- A dama da Duque – Capítulo X, por José Roberto Iglesias
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 18 – Parte IV, por Gonçalo Ferraz
Hora de falar no já tantas vezes citado Jimi Joe, parido em Arroio Grande, em 1955, criado em Canguçu (extremo sul do Estado), filho de militar e professora. Quando os dois se separaram pela primeira vez, Jimi tinha oito anos e a mãe foi morar com os filhos e a irmã em Pelotas. Voltemos à sua entrevista para o site Culturíssima:
Foi do caralho porque, com oito anos de idade, eu ia ao cinema sozinho, de tarde. Então eu vi vários filmes nos cinemas de Pelotas. Me apaixonei pelo Kirk Douglas, que era meu herói dos filmes de cowboy, Elvis Presley conheci no cinema também.