Confira todos os textos da edição #351
- Sobre a lei do preço fixo, por Thomás Daniel Vieira
- Lula IV: “mais do mesmo” de novo seria sustentável?, por Álvaro Magalhães
- Crimes que assombram o mundo – Parte 2, por Juremir Machado da Silva
- Luiz Antonio de Assis Brasil: "Qualquer ideia literária que eu tenha, boa ou má, sempre será de um romance", por Luís Augusto Fischer
- Paulo Righi: "A partilha está nisto: receber uma herança cultural, transformá-la pela experiência individual e devolvê-la em forma de canção", por Luís Augusto Fischer
- O Brasil é um prato cheio, Luís Augusto Fischer entrevista Marcelo Carneiro da Cunha
- “Meu tempo é hoje”: reedição de obras antigas da literatura sul-rio-grandense, por Alex de Cássio
- Cartas para uma professora, por Ana dos Santos
- Um caso do cancelamento em Porto Alegre – Capítulo I, por Marcelo Carneiro da Cunha
- História, fotografia, memória, por Nega Angela
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 19 – Parte I, por Gonçalo Ferraz
Marcelo Carneiro da Cunha é velho amigo meu, o que, se não ajuda a esclarecer sobre ele, pode modular o meu gosto pela presença dele nas páginas (páginas?) da Parêntese. Com trajetória grande como publicitário e ator de operações graúdas de comunicação, é um escritor com uns 40 anos de livros publicados, em parte para adolescentes, onde tem incontáveis acertos, e em parte para público geral. Hoje começa sua novela Um caso do cancelamento em Porto Alegre, um folhetim de suspense e profundo mergulho em mazelas contemporâneas, como as das redes sociais, tudo isso ambientado em Porto Alegre.