Confira todos os textos da edição #337
- “Isto não é um cachimbo”: signos e percursos de Ayres Potthoff, por Ayres Potthoff
- Corpo, voz, performance de mulher, por Luís Augusto Fischer
- Odisseia de novo, por Luís Augusto Fischer
- O acaso e o ocaso dos símbolos, por Cassionei Niches Petry
- Os fragmentos de Safo e a cortina de fumaça, por Helena Terra
- Uma vida a ser imitada, por Nubia Silveira
- Crônicas animais – Ser mulher é querer ser tudo, por Marília Kosby
- O rock gaúcho – Parte XVI, por Arthur de Faria
- Caminhos solitários: veredas, por Juremir Machado da Silva
- Sussuarana – Capítulo VII, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 14 – Parte III, por Gonçalo Ferraz
“Sabes do Bastos?”, me perguntou João Batista Filho. Não, não sabia. Mas tinha certeza de que a pergunta antecipava a notícia que tanto temia receber já há algum tempo. “O Bastos acaba de falecer”, confirmou, naquele início de tarde de uma terça-feira chuvosa. Ficamos calados, sem saber como nos consolar pela perda do amigo comum.