Confira todos os textos da edição #338
- Bagre Fagundes, “Gauchesco e brasileiro”, por Adão Villaverde
- Valdete Souto Severo: “É preciso e é possível construir outros modos de conviver”, entrevista por Luís Augusto Fischer
- Todas as minhas mortes, de Júlio Conte, por Guto Leite
- Parar e refletir, por Maria Rosa Fontebasso
- A floresta tem endereço e habitantes, por Alfredo Fedrizzi
- Centenária, por Tiago Maria
- Órbitas dos afetos, por José Mário Neves
- Por que todo entregador do Ifood deve ser pós-modernista?, por Luan Santana Ribeiro
- Grande Sertão é ou não um romance sobre um amor gay? Parte 1, por Juremir Machado da Silva
- Sussuarana – Capítulo VIII, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 15 – Parte I, por Gonçalo Ferraz
Em 26 de março de 1926, nascimento da minha Maria favorita e aniversário de Porto Alegre, a cidade já convidava (aos pontapés) trabalhadores e população pobre, em sua maioria negra, a se transferir das áreas centrais para as periferias, abrindo caminho para a expansão de bairros nobres. Na Zona Norte, lá pela década de 1950, chegava para engordar o número de viventes por essas bandas a minha avó, que, vejam bem, nesse mesmo 26 de março de 2026, completou 100 anos.