Confira todos os textos da edição #340
- Fotografias no lixo, por Augusto Bier
- Oriundo da “Argentina Marrón”, Milo J é um astro e um grande cancionista, por Álvaro Magalhães
- Conforto sem destruição, por Alfredo Fedrizzi
- Lendo culturas e produzindo textos: cem anos de Clifford Geertz, por Ondina Fachel Leal
- Como se aprovou o parlamentarismo, por Juremir Machado da Silva
- A Odisseia no dia de outra odisseia, por Beto Rodrigues
- Benhur Bortolotto lança nova editora, entrevista por Luís Augusto Fischer
- Sussuarana – Capítulo X, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 15 – Parte III, por Gonçalo Ferraz
Um pacto possível entre floresta, moradores e o Brasil que ainda não os escutou.
A pergunta final sobre a Cazumbá não é se seus moradores devem preservar a floresta. Eles já fazem isso há gerações, sem salário, sem infraestrutura, muitas vezes sem segurança. A pergunta verdadeira é se o Brasil está disposto a preservar os moradores que preservam a floresta. Sem essa inversão, toda política ambiental corre o risco de virar uma bela declaração sustentada por vidas difíceis.