Confira todos os textos da edição #351
- Sobre a lei do preço fixo, por Thomás Daniel Vieira
- Lula IV: “mais do mesmo” de novo seria sustentável?, por Álvaro Magalhães
- Crimes que assombram o mundo – Parte 2, por Juremir Machado da Silva
- Luiz Antonio de Assis Brasil: "Qualquer ideia literária que eu tenha, boa ou má, sempre será de um romance", por Luís Augusto Fischer
- Paulo Righi: "A partilha está nisto: receber uma herança cultural, transformá-la pela experiência individual e devolvê-la em forma de canção", por Luís Augusto Fischer
- O Brasil é um prato cheio, Luís Augusto Fischer entrevista Marcelo Carneiro da Cunha
- “Meu tempo é hoje”: reedição de obras antigas da literatura sul-rio-grandense, por Alex de Cássio
- Cartas para uma professora, por Ana dos Santos
- Um caso do cancelamento em Porto Alegre – Capítulo I, por Marcelo Carneiro da Cunha
- História, fotografia, memória, por Nega Angela
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 19 – Parte I, por Gonçalo Ferraz

Justiça e punição para crimes hediondos: reflexões a partir da ficção
Diego Pereira
Não é de hoje que histórias e personagens ficcionais são capazes de promover reflexões importantes para a vida real. Um filme lançado em 2011, por exemplo, traz no seu título o principal imperativo pelo qual a obra pretende elaborar uma discussão, sendo nomeado Precisamos falar sobre Kevin. A obra promove uma reflexão sobre o limite da responsabilidade parental e da criação de um indivíduo que possui ou desenvolve um altíssimo grau de psicopatia, culminando na morte de várias pessoas inocentes ao final do filme.
Para além da discussão que ocorre no âmbito familiar, podemos também elaborar uma outra questão que se impõe no âmbito jurídico. Já ocorrida a tragédia, qual seria a correta justiça para pessoas que cometem crimes hediondos? Deveria a pena de morte ser aplicada em alguns casos?