Confira todos os textos da edição #337
- “Isto não é um cachimbo”: signos e percursos de Ayres Potthoff, por Ayres Potthoff
- Corpo, voz, performance de mulher, por Luís Augusto Fischer
- Odisseia de novo, por Luís Augusto Fischer
- O acaso e o ocaso dos símbolos, por Cassionei Niches Petry
- Os fragmentos de Safo e a cortina de fumaça, por Helena Terra
- Uma vida a ser imitada, por Nubia Silveira
- Crônicas animais – Ser mulher é querer ser tudo, por Marília Kosby
- O rock gaúcho – Parte XVI, por Arthur de Faria
- Caminhos solitários: veredas, por Juremir Machado da Silva
- Sussuarana – Capítulo VII, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 14 – Parte III, por Gonçalo Ferraz
A literatura, por vezes, deixa de ser apenas ficção para se tornar uma lente de aumento sobre a realidade. Leviatã, de Paul Auster, cuja reedição, com tradução de Rubens Figueiredo, pela Companhia das Letras, está chegando às livrarias físicas e virtuais, é uma dessas obras que, embora enraizada na Nova York dos anos 80 e 90, parece projetar sombras que alcançam o Brasil contemporâneo.