Confira todos os textos da edição #338
- Bagre Fagundes, “Gauchesco e brasileiro”, por Adão Villaverde
- Valdete Souto Severo: “É preciso e é possível construir outros modos de conviver”, entrevista por Luís Augusto Fischer
- Todas as minhas mortes, de Júlio Conte, por Guto Leite
- Parar e refletir, por Maria Rosa Fontebasso
- A floresta tem endereço e habitantes, por Alfredo Fedrizzi
- Centenária, por Tiago Maria
- Órbitas dos afetos, por José Mário Neves
- Por que todo entregador do Ifood deve ser pós-modernista?, por Luan Santana Ribeiro
- Grande Sertão é ou não um romance sobre um amor gay? Parte 1, por Juremir Machado da Silva
- Sussuarana – Capítulo VIII, por Alice Elnecave Xavier
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 15 – Parte I, por Gonçalo Ferraz
Na tarde de quarta-feira, 15 de julho de 2026, eu sofri um acidente na Av. Ipiranga, em Porto Alegre. Apesar do roxo na minha perna esquerda e da agonia que ainda sinto no pé direito, eu estou bem. Como dizem as vítimas que pedem desculpas aos seus agressores: foi apenas um arranhão! Não se preocupem.