Confira todos os textos da edição #351
- Sobre a lei do preço fixo, por Thomás Daniel Vieira
- Lula IV: “mais do mesmo” de novo seria sustentável?, por Álvaro Magalhães
- Crimes que assombram o mundo – Parte 2, por Juremir Machado da Silva
- Luiz Antonio de Assis Brasil: "Qualquer ideia literária que eu tenha, boa ou má, sempre será de um romance", por Luís Augusto Fischer
- Paulo Righi: "A partilha está nisto: receber uma herança cultural, transformá-la pela experiência individual e devolvê-la em forma de canção", por Luís Augusto Fischer
- O Brasil é um prato cheio, Luís Augusto Fischer entrevista Marcelo Carneiro da Cunha
- “Meu tempo é hoje”: reedição de obras antigas da literatura sul-rio-grandense, por Alex de Cássio
- Cartas para uma professora, por Ana dos Santos
- Um caso do cancelamento em Porto Alegre – Capítulo I, por Marcelo Carneiro da Cunha
- História, fotografia, memória, por Nega Angela
- Cordel do Corte Raso – Capítulo 19 – Parte I, por Gonçalo Ferraz
Neste mês de setembro de 2026, a discussão sobre o preço do livro no Brasil ressurgiu com força no mercado editorial. O presidente da Associação Nacional de Livrarias, proprietário de uma tradicional rede de lojas em São Paulo, declarou que não fornecerá mais os livros de sua editora para comercialização na Amazon. Esse foi o estopim para manifestações acaloradas, sobretudo nas redes sociais e em fóruns do setor como o Seminário O negócio do livro, promovido pela Associação do Clube dos Editores do Rio Grande do Sul.