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No entorno das chaminés de Candiota



Pequena cidade gaúcha vive do carvão, mas enfrenta os impactos socioambientais e na saúde provocados pela extração e queima do mineral para gerar energia. O futuro da transição energética justa ainda é incerto.

Por Sílvia Lisboa e Maurício Frighetto

Sobre a série

Candiota, uma cidade gaúcha com pouco mais de 10 mil habitantes, está no centro de um debate sobre transição energética no setor de geração de energia. Por um lado, duas minas de carvão abastecem duas grandes termelétricas, gerando energia e empregos. Por outro, esse modelo gera impactos socioambientais e climáticos e causa problemas de saúde na população. Uma transição energética justa é um caminho, mas ainda parece incerta.

Esse é o tema desta série de cinco reportagens da Matinal, que faz parte da investigação transfronteiriça e colaborativa As ruínas do carvão. O projeto é liderado pelo Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (CLIP) e reúne doze veículos de comunicação sobre o fim da energia a carvão na América Latina.

As reportagens


Las Ruinas del Carbón

As Ruínas do Carvão é um projeto liderado pelo Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (CLIP) em parceria com a Agencia Ocote (Guatemala), Baudó Agencia Pública (Colômbia), Concolón (Panamá), Contracorriente (Honduras), La Nación (Argentina), Matinal (Brasil), N+ Focus (México), Raíz Climática (República Dominicana), Reportea (Chile), Climate Tracker América Latina e Mongabay Latam sobre a transição para longe da energia a carvão na América Latina. Revisão jurídica: El Veinte.