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✉️ Estações, seringueiros e canções

Parêntese #339

✉️ Estações, seringueiros e canções
Foto: Alfredo Fedrizzi

Entre estações da vida, seringueiros, canções e sonhos: é com diferentes perspectivas que a Parêntese chega hoje aos assinantes. Nela, Alfredo Fedrizzi conta novas histórias da floresta a partir do cotidiano da Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira, no Acre. Os causos são baseados na dissertação do autor em antropologia.

Um texto escrito por Geraldo Hasse em 2020, em meio à pandemia de covid-19, recebe alta da UTI onde só não morreu porque o autor ainda está aqui. O assunto: um gaiteiro que toca de olhos fechados pra não ver o diabo rir. Juremir Machado da Silva faz da ansiedade um poema, e Samantha Buglione compartilha vivências após mais de três mil quilômetros rodados em Angola, por intermédio do projeto Trilhas de Memórias – que registra histórias orais e com base nelas constrói rotas de turismo cultural.

Violência, inocência, empatia e temor são os elementos da crônica de Marília Kosby, que traz experiências multiespécies do pampa – entre nós e eles, humanos e equinos. 

E o que uma Copa não faz, hein? O futebol reverbera até agora nos textos, desta vez nos escritos de Breno Serafini, que relaciona o esporte à MPB: Fio Maravilha, nós gostamos de você! 🎶🎶

Rafael Guimaraens compartilha o texto escrito para a apresentação do livro Durazno Sangrando 50 anos: Memórias, Músicas, História, que conta a história do disco clássico da banda argentina Invisible.

Recuperando um conteúdo que compôs a Matinal News desta semana, lembramos do artigo de Álvaro Magalhães sobre as eleições.

Os dois últimos conteúdos navegam pela ficção: Alice Xavier narra os diálogos de uma noite de 2024, rodeados pelo “grude das mesas, as paredes que suam umidade e gordura, [e] a correria dos garçons”, no penúltimo capítulo do seu folhetim; já o cordel de Gonçalo Ferraz fala de uma viagem de ônibus e uma caminhada noturna pelo centro de Manaus.

Boas leituras!